LivroCast 061 – Tropas Estelares

LivroCast 061 – Tropas Estelares

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Sejam todos muito bem-vindos ao LivroCast de número sessenta e um. No podcast de hoje, Marcelo Zaniolo (@celo_zaniolo), Luís Beber (@beber_luis), Igor Rodrigues (@rodriguesigor) e Diego Lokow (@Lokow) se reúnem para falar de um dos autores mais importantes da ficção cientifica e de um de seus principais títulos.Falaremos de Robert A. Heinlein e de "Tropas Estelares", obra que inspirou o famoso filme homônimo dirigido por Paul Verhoven. 

No LivroCast 061: Quem é o autor, do que se trata o livro, qual a importância desse título para a ficção científica, sobre o filme, polêmicas, piadinhas adolescentes e muito mais.

Tratamento e Decupagem dos Áudios: Luís Beber.

Edição e Revisão: Marcelo Zaniolo.

Tempo de Duração: 90 minutos.

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Trilha Sonora do Episódio:

  • Trilha sonora oficial do filme Tropas Estelares
  • Jim Reeves - The Ballad of Rodger Young

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Informações Sobre o Episódio

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Autor:

Publicitário e administrador por formação, viciado em livros e um músico mal-compreendido pelos amigos. Responsável pela sessão literária do Lokotopia e pelo LivroCast. Tenta ser sempre eclético e levar todos ao fantástico mundo da literatura. Twitter, Facebook e Google+.

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  • AryFelix

    Baixannndoo…

    • LivroCast

      Esperamos que tenha gostado, amigo! o/

      • AryFelix

        Os comentários são tão ricos quanto o Livrocast. Fala se os seus ouvintes são F**AS PRA C*****O!

        • LivroCast

          Tá demais isso aqui, né? Ficando foda demais mesmo. É um prazer criar conteúdo pra uma galera igual a essa! Hehe… Grande abraço, amigo! o/

  • #MAMILOS !!!!

    Comentando enquanto ouço o podcast:

    Essas chamadas “vírgulas” do filme é muito boa… Ela chama a gente mesmo ao mundo do livro

    O filme E o livro são muitos bons e deveriam ser item essencial para qualquer fã da area (e o filme não é por causa dos “peitinhos”)
    Mas como falaram:
    O livro é bem politizado e bem sério, mas ele mostra bem a organização política daquela sociedade E acho que deveria ter no filme (e por mim poderia ter mais “mamilos” no livro). O termo magrelo é estranho, mas mostra bem como deve ser esse ser extraterrestre

    Aliás para ser político da Roma antiga tinha que ter feito serviço militar

    O filme mostra outro ângulo, mostrando como o a imprensa pode influenciar o povo comum
    Estranhei, depois de ler o livro, que a armadura do livro é muito tola (a armadura do jogo Halo seria muito mais certo)

    Mas achei bem interessante ele usar uma gama enorme de nomes que não são comuns em livros, usando nomes latinos, russas, orientais e outros.

    PS1 (que eu não tive): Entendi a referencia de anime Lucky*Star (by Capitão América)
    PS2 (também não tive): Sou um apoiador do patreon e ouvir antes o podcast é muito bom !
    Xbox 360: O Estranho em terra estranha parece que tem previsão da Aleph para sair esse ano ainda.

    • Luís Beber

      Opa, vamos lá a este comentário :P

      Num dos artigos que li o autor comparava muito a sociedade do Tropas Estelares a sociedade romana, ainda mais pelo fato de Roma ter sido um império baseado em expansão e violência, logo faz todo o sentido que sua sociedade fosse militarizada.

      Acho que se o Heinlein tivesse continuada a contar a história desse universo a humanidade teria vencido os magrelos mas teria colapsado no século seguinte, pois não teria como manter aquela estrutura de sociedade sem possuir um inimigo para combater.

      Quanto a armadura é claro que a do Halo é bem superior, afinal foram 50 anos de evoluções no conceito até chegar as armaduras dos Spartan. Ainda sim temos sempre de agradecer ao avôs dela por terem popularizado o conceito.

      Sobre os nomes, essa foi uma forma muito inteligente do autor mostrar que a sociedade humana está globalizada, que as bordas políticas e sociais não são mais tão vigentes como hoje em dia. Uma série que também usou esse conceito foi minha amada Mass Effect. :)

      NES: Valeu por pegar a referência, é um dos meus animes favoritos  ̄ω ̄

      • cometi uma gafe e nem reparei
        o problema que vi em armaduras foi no FILME e não no livro
        No filme era só uma poupa com capacete
        no livro a tal armadura era uma armadura digna de um Spartan da série HALO de jogos
        #falha minha

        • LivroCast

          Ah tá, entendi. Ufa! Mesmo assim, quero jogar! Hahaha o/

      • LivroCast

        Halo é tão foda assim? Como sou novato no mundo dos games. Senhor! Haha… E maneira essa tua visão de futuro dentro do livro, Beber. Falamos pouco dela no cast, mas realmente faz sentido. Sem conflito, uma sociedade dessa se perderia e provavelmente entraria em colapso total. Muito bem pensado, meu caro. Grande abraço! o/

    • LivroCast

      Grande Agronopolos, tudo bem? Que bom ler isso, amigo. Tive medo de errar a dose das “vírgulas” e de deixar o episódio cansativo. Bom saber que você curtiu a imersão causada! Hehe… Mas sério que você não gostou da armadura do livro (ou que preferiu a do Halo)? Não conheço o jogo, mas PRECISO ir atrás dele então! Hehe… No mais, concordo muito com você sobre o filme e livro. O primeiro deveria ter sido pouco mais fiel (apesar de eu adorá-lo assim). E o segundo, se falando em dias de hoje, talvez pudesse ser um pouco mais comercial (o que eu nada estraga a obra original, óbvio). Livro e filme precisam ser consumidos! E os nomes são algo bem maneiro mesmo Hehe… Grande abraço e obrigado por tudo! o/

  • Augusto Ganzert

    Escutando esse episódio, eu me vi refletindo algumas coisas da nossa sociedade brasileira, inspirado no assunto tratado pelo livro e filme, e também pela comemoração ao dia internacional da mulher.
    Vocês falando sobre a questão militar e do fascismo do Estado presentes no livro, eu me lembrei que hoje em dia existe uma conscrição, em que o os jovens do sexo masculinos são obrigados a alistar no serviço militar, quando completam 18 anos… (eu passei por isso anos atrás). Eu fiquei pensando nisso durante o programa.
    Quando vocês falaram as mulheres também estão presentes em peso dentro da instituição militar no livro e filme. Logo lembrei do dia internacional da mulher, que foi nessa semana aí. O facebook nesse dia chove posts sobre o movimento feminista, conquistas aos direitos, o preconceitos atuais, etc. O que eu entendo sobre o movimento feminista é que nos anos 60 e 70, as mulheres queriam os direitos que os homens tinham e elas não. Beleza, não? O movimento feminista atual, já tem como objetivo alcançar a igualdade entre os gêneros, dentro das relações de poder.
    Agora, conectando os fatos… que eu tenha percebido, não vejo nenhuma mulher levantando bandeira para o fim da conscrição do homem para o serviço militar. Em outras palavras, hoje em dia no Brasil, quando se fala em alistamento militar, o homem possui um dever e a mulher um direito, ou seja, nessa questão a mulher tem mais direito do que o homem. Eu não vejo ninguém querendo o fim dessa conscrição ao homem, tão pouco o início conscrição para mulher também. Logicamente o movimento feminista atual está mais preocupado com outros problemas na sociedade, talvez mais importantes do que esse citado aqui.
    Mesmo assim, o velho e bom movimento feminista mudou seus objetivos ao longo dos anos, elas não apenas lutam pelos direitos que os homens tem e elas não, como agora procuram lutar para que homens e mulheres tenham os mesmos direitos e deveres.
    Dando essa volta inteira, quero dizer que, o melhor para todos seria não haver o alistamento obrigatório militar! Para qualquer pessoa, isso não deveria ser um dever e sim mais um direito, seja homem ou mulher.
    Agora, para encerrar e voltando a discussão para com o livro e filme, o fato de haver no Brasil e em outros países o alistamento militar obrigatório, já não dá sinais que a sociedade humana está caminhando para um sociedade militarizada? Ou é somente uma herança cultural daquele período de governos militares que alguns países sofreram no século passado?
    Desculpem-me se eu viajei demais durante o livrocast. rsrsrs

    • Luís Beber

      Olá Augusto, tudo bem?

      Concordo contigo acerca do alistamento militar obrigatório, que deveria ser uma opção do indivíduo e sim, aqui é uma prática remanescente (e recente) de uma época escura da história brasileira.

      Dito isso, também vale a pena levar em conta o que um amigo meu que é sargento do exército me disse uma vez: que durante o alistamento (pelo menos dos batalhões nos quais ele trabalhou) só entra para o exército quem disser que deseja entrar. Uma vez que o número de vagas é sempre bem inferior ao número de pessoas que querem ingressar ele nunca teve necessidade de treinar soldados que não quisessem estar no exército.

      O terceiro fato que agrego nessa discussão é que lembro muito bem do meu próprio período de alistamento, o terror que eu passei por saber que a única coisa que me impedia de trabalhar na empresa que queria me contratar era o fato dela não querer investir em alguém que fosse chamado para o serviço.

      Com isso tudo em mente, não acho que o alistamento seja um indício de estarmos caminhando para uma sociedade militarizada, até pelo contrário. O crescimento dos investimentos em propaganda pró alistamento só demonstram as dificuldades que o nosso exército tem em se manter.

      Ainda sim, temo que um governo militarizado e fascista não seja algo impossível de ocorrer novamente no nosso país.

      Assistimos hoje no Brasil a um levante de ideologias conservadoras que historicamente foram sempre as que apoiaram o controle da população a força pelo estado e a guerra como forma de manter o espírito nacionalista. Torço para que isso seja apenas um efeito mola de anos de governo de esquerda na America Latina, mas que isso assusta pessoas que, como eu, acreditam em uma sociedade baseada em liberdade, assusta.

      Luís Beber
      Editor e Anarquista :)

      • LivroCast

        Beber sempre falando verdades! Hehe… Realmente há esse “livre-arbítrio” mesmo dentro da obrigatoriedade do alistamento, apesar do paradoxo. Comigo (e com muitos) foi assim mesmo: não queríamos servir e fomos liberados. Abraço! o/

    • LivroCast

      Seu Augusto, tudo certo? Gostei muito do seu comentário. Sobre a questão feminista, acredito que ela foque em pontos mais urgentes dentro da busca de igualdade entre os gêneros. E que, em decorrência disso, homens e mulheres estariam livres dessas obrigações, deveres e exigências, sabe? É assim que entendo, ao menos. Lutar e defender o feminismo acaba por também libertar o homem. Ou seja: no desejado mundo igual, independente do sexo, ninguém seria obrigado a nada. Não haveria comportamento masculino e feminino, posturas adequadas a um ou a outro e nem nada do tipo. Em suma, concordo contigo quanto a necessidade de alistamento não ser obrigatório, dentre várias outras urgências dentro da nossa sociedade. Sobre o sua visão desse mesmo alistamento ser uma espécie de sinal de um governo militarizado (ou com interesse nisso), creio que não. Mesmo. No livro e filme, por exemplo, ninguém é obrigado. E vejo essa prática mais como um resquício do passado do que um desejo para o futuro, até em função da falta de investimento pelo qual as forças armadas vêm passando. Agora, se o episódio te fez pensar tanto assim, acredito que deves ler o livro. Certamente será uma leitura indicada para você! Hehe… Grande abraço, meu caro. Obrigado por sempre nos ouvir e comentar! o/

      • Augusto Ganzert

        Olá, beleza? Vamos por partes…
        Reconheço ter exagerado quando disse que o alistamento militar obrigatório seria um sinal para um futuro governo militarizado. Também vejo essa prática mais como um resquício do passado do que um desejo para o futuro. Eu tinha que criar alguma relação da minha resposta com o livro, mesmo sendo paranoico. rsrsrs
        Agora, o feminismo na atualidade tem sofrido muitas críticas. Se a nossa sociedade vai conseguir alcançar a igualdade entre os gêneros no futuro, eu não sei. Não custa idealizar uma sociedade desse modo. É fato que com o movimento feminista, as mulheres conquistaram boa parte dos direitos iguais, mas isso aconteceu no século passado. Mas mundo hoje, mudou muito a partir disso. As desigualdades entre os gêneros são consequências de novos problemas sociais. As relações entre homens e mulheres mudaram muito desde a revolução sexual feminista. Eu acredito no que é possível a médio prazo. Quanto mais debates e reflexões as pessoas terem a respeito do assunto, melhores educadores elas serão para a próxima geração. Mas isso só será possível se haver um envolvimento dessas partes na educação do Brasil. Não sei se estou sendo claro. Quero dizer, que ideias de justiça no mundo existem e sempre existiram na História, mas as mudanças para alcançar essa realidade ainda precisam acontecer – e algumas continuar acontecendo.
        Vocês me conversarem em ler esse livro. Acho que irei colocar esse livro na categoria de desejados no meu Skoob. Mas a lista é grande. rsrs Eu ainda tenho que responder o comentário do Luis Beber, só que estou sem tempo agora. rsrsrs Eu agradeço por responder. Um abraço.

        • LivroCast

          Que bom, amigo. Que bom que te convencemos a ler esse livro. E eu sei bem o que é a falta de tempo para responder todos os comentários! Hahaha… Sobre sua opinião acima, deu pra entender melhor sim. E concordo com você que muita coisa deve mudar e continuar mudando. Espero que isso aconteça; realmente. E que você venha de fato a ler Tropas Estelares e goste do livro. Qualquer coisa sabe que estamos aí. Grande abraço, amigo! o/

  • Matheus Pereira

    Caraca..ontem de noite coloquei p/ escutar este excelente cast sobre tropas estelares…quando acordo hoje(sexta 25/03) penso em baixar o filme p relembrar essa beleza..mas resolvo da uma zapeada na tv quando vou no telecine action booommmm…tropas estelares passando…..kkkkké muita coincidência mesmo.

    • LivroCast

      Sério? Hahaha… É um sinal, ein amigo? Fico feliz que tenhas gostado do episódio e tenhas ficado com vontade de rever o filme. Grande abraço e MUITO obrigado por nos ouvir e acompanhar! o/

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